domingo, setembro 04, 2011

Tai Chi Chuan: golpes suaves contra a dor

Essa arte marcial de origem chinesa, que mescla toques de leveza e meditação, é cada vez mais utilizada no Ocidente como tratamento complementar para fibromialgia e problemas nas articulações



Se nas praças de grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro já se veem facilmente nos fins de semana grupos de pessoas fazendo exercícios sincronizados, imagine na China! A prática do tai chi chuan, um tipo de ginástica proveniente daquele país que mistura movimentos de luta e meditação — e mais parece uma dança —, é intensamente incentivada pelo governo local há pelo menos 55 anos.

Considerada uma arte marcial, ganhou um ritmo mais suave comparada às lutas milenares que lhe deram origem. Explica-se: os antigos mestres chineses já reconheciam os benefícios de suas práticas e, para torná-los mais acessíveis, criaram o tai chi chuan — tai quer dizer supremo, absoluto; chi, cumeeira; e chuan, soco. Trata-se de um embate em que não há vencido nem vencedor, mas que proporciona equilíbrio físico e mental (leia mais sobre sua origem no quadro ao lado).

Em tempo: a medicina ocidental tem levado o exercício das praças aos hospitais. Afinal, o tai chi se mostra eficaz na luta contra dores no corpo, principalmente as provocadas por doenças musculares e nas articulações. É o que atesta um estudo financiado pelo Centro Nacional da Medicina Alternativa e Complementar, nos Estados Unidos. O trabalho contou com a participação de 66 vítimas de fibromialgia, entre as quais havia praticantes de tai chi.

No final das contas, as adeptas da arte marcial apresentaram uma melhora em seu estado de saúde superior a quem se dedicou apenas a exercícios de alongamento. "Essa resposta positiva talvez se deva à natureza do próprio tai chi, que combina relaxamento, alongamento e ênfase cognitivo-comportamental", observa o reumatologista Roberto Ezequiel Reymann, do Grupo de Apoio a Pacientes com Fibromialgia da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

Embora o tai chi seja coadjuvante em vários tratamentos, as pesquisas realizadas nos últimos dez anos apontam que a prática oriental se sobrepõe a muitos outros tipos de exercícios no fortalecimento de ossos, músculos e tendões, no equilíbrio do metabolismo e no bom funcionamento da capacidade pulmonar e da circulação sanguínea, entre outros aspectos. Talvez por sua relação direta com a musculatura e as articulações o método tenha se destacado no controle de doenças como a fibromialgia, conhecida por deixar o corpo todo dolorido — além de cansaço físico, dificuldade de concentração e até depressão.

"Para pacientes com quadros mais leves, o tai chi ajuda na redução das sensações dolorosas e na melhora da mobilidade e do humor", afirma o educador físico Márcio de Moura Pereira, do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Atividade Física para Idosos da Universidade de Brasília. "E é na relação com o médico que se decide se o tai chi pode ser útil no tratamento ou contraindicado em algum momento."

No Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tai chi também vem sendo empregado em indivíduos com artrose, artrite reumatoide e dores na lombar. "Ele atua diretamente nas articulações, sem causar lesão. É indicado para qualquer faixa etária devido à metodologia de ensino suave, que permite ao praticante superar seus limites aos poucos, fortalecendo todo o corpo", explica Ângela Soci, diretora da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan. Existem basicamente cinco modalidades da arte marcial, mas a yang, segunda mais antiga da história, foi a primeira a ter caráter terapêutico, e por isso é amplamente praticada no mundo.

O estilo yang de tai chi é caracterizado por movimentos lentos, leves e curvos, em ritmo homogêneo e sem interrupção, como no fluxo de um rio. "Os exercícios propõem o equilíbrio corporal e devem ser feitos usando apenas a musculatura exigida para cada postura", explica o instrutor Cláudio Montenegro, de Joinville, no interior de Santa Catarina. "Por mais que se intensifique a prática, a respiração é sempre constante e profunda." Tal maneira de respirar também é uma grande aliada na busca da paz interior. "Esse ritmo respiratório faz com que a mente se acalme e fique o tempo todo atenta aos processos internos", afirma Ângela Soci.

Por ser uma atividade realizada em grupo, o tai chi incentiva quem está por algum tempo adoentado a sair de casa. "O paciente com fibromialgia pode chegar à depressão, o que o isola dos familiares e amigos. Uma prática coletiva pode ajudar no resgate da vida social", diz o reumatologista Roberto Ezequiel Reymann. Sem contar que o encontro entre adeptos de uma mesma técnica permite compartilhar experiências físicas e emocionais. "O tai chi auxilia o praticante a dividir sua dor", afirma o professor Márcio de Moura.

Segundo os especialistas, é bem provável que, devido ao despreparo físico, os iniciantes com doenças nas articulações ou afins sintam ainda mais dor do que normalmente já sentiam ao debutarem na arte milenar. Mas vale a pena persistir. "Quem tem artrose na cervical, que costuma irradiar sensações dolorosas para a mandíbula, os ombros e a lombar, por exemplo, consegue reduzir o incômodo apenas para o local de origem da dor", diz o professor Márcio de Moura. Mesmo no epicentro do martírio o desconforto acaba sendo minorado. E, ao longo dos meses, há chances de também diminuir o uso de remédios. Assim, o aluno de tai chi se torna um herói de si mesmo, golpeando a causa de seu suplício físico e as dificuldades a cada movimento suavemente coreografado.

Raízes milenares Há 700 anos, no monte chinês de Wudang, uma cobra teria passado horas esquivando-se do ataque insistente de uma ave, até que ela desistisse da caça e voasse para longe. A lendária cena teria sido contemplada pelo monge taoísta Chang Sanfeng, ex-discípulo do Templo de Shaolin que, inspirado na flexibilidade da cobra, criaria as 13 posturas fundamentais do tai chi chuan. Embora mais recente, o tai chi remonta uma tradição de pelo menos 2 mil anos de artes marciais chinesas, entre elas o kung fu. Outro possível criador da prática teria sido o general Chen Wangting, que, após a queda da dinastia Ming, há 300 anos, aprimoraria a arte marcial chen a fim de difundir uma sabedoria usualmente passada apenas de pai para filho.


Fonte: 

por DÉBORA DIDONÊ 

http://saude.abril.com.br/edicoes/0336/familia/tai-chi-chuan-golpes-suaves-dor-625301.shtml

domingo, agosto 14, 2011

Pedalar 2011 - Feliz Dia dos Pais SP 10Km




Em comemoração ao Dia dos Pais, 
Tai Ji Quan bykeando por aí.

Parabéns a todos os Pais.


Dá-lhe Policarpo, nas ruas de Sampa.

sexta-feira, agosto 12, 2011

A Lagarta e a Seda

Narra uma antiga lenda por volta do ano de 2650 AC, a Imperatriz da China Hsi Ling Shi, tomava chá à sombra de uma frondosa amoreira quando desta se desprendeu um pequeno casulo dourado. Levado pela brisa, veio ele a cair exatamente no meio do prezado líquido, sobressaltando a imperatriz e o ambiente no qual ela se encontrava.
Passado o susto, quis tirar da xícara de porcelana o inesperado invasor. E ao fazê-lo, admirou-se ao notar como o casulo desmanchava entre seus dedos, deixando pairar no tépido chá uma brilhante madeixa de filamentos.
Com delicadesa e paciência, a imperatriz foi desenovelando-a, e obteve como resultado um longíssimo fio de textura suave e resistente. Teve então uma idéia, reunir vários destes casulos para compor com eles um tecido.
Ajudada por engenhosos servos, foi fazendo tentativas e mais tentativas até conseguir, certo dia, tecer com aquelas fibras um manto para seu esposo, Hwang_Di, o Imperador Amarelo, um dos lendários "Cinco Imperadores da China", soberanos sábios e moralmente perfeitos.
Foi assim inventada a seda!
Mais próxima do mitológico que da realidade histórica, essa lenda ressalta, entretanto os atributos de nobreza, charme e distinção aos quais sempre esteve associado esse cobiçado tecido. E sublinha de forma poética o fato de terem sido os chineses os primeiros - e por muitos séculos, os únicos - a produzí-lo e comercializá-lo.
Com efeito, a tecelagem da seda foi durante milhares de anos um dos segredos mais bem guardados da História. Seria apenas no terceiro século da Era Cristã que a Índia conseguiria desvendar os mistérios das sericicultura, privando os chineses da exclusividade de fabricação.
No Ocidente, os comerciantes importavam avidamente da China aquele tecido lustroso e mqacio sem, entretanto, ter qualquer noção de como ele era produzido. Mas na época do imperador Justiniano I (525-565), as relações entre Bizâncio e a Pérsia, cada vez mais tensas, dificultaram a chegada de mercadorias do Oriente interrompendo a famosa Rota da Seda.
Conta-se que o soberano decidiu enviar espiões ao Extremo Oriente para desvendar o arcano da fabricação. E estes após inúmeras peripécias, conseguiram cumprir o delicado encargo, trazendo até Constantinopla alguns ovos do bicho-da-seda, acomodados em gomos de bambu para poderem resistir à longa e aventurosa viagem.
Qual terá sido a reação da refinada corte bizantina ao contemplar aquelas banais larvas que davam origem a um dos mais belos e nobres tecidos? Podemos imaginar os artitas e cortesãos, manisfestando ruidosamente seu desapontamento.
Mas é igualmente legítimo supor que esse primeiro movimento de desencanto tenha sucedido um ímpeto de admiração, ao constatarem como Deus, que povoou a natureza com seres e panoramas maravilhosos, quis ocultar a seda no rústico casulo de uma lagarta, ou a púrpura na prosaica mucosa de certos caramujos marinhos. Assim, dir-se-ia ter Ele deixado de certo modo inconclusa a obra da Criação, à espera do concuro das criaturas racionais para, por meiodelas, requintar-lhe a beleza.

Fonte: Marcos Enoc Silva Antonio

sábado, agosto 06, 2011

16ª Corrida do Centro Histórico - 9 km




Tai Chi Chuan, lá vamos nós de novo.





16ª Corrida Centro Histórico - Bancários - 07/08/2011
Rogério Gullino
Número: 10100
Equipe: Pão de Açúcar / Corpore
Faixa etária: M5054
Sexo: Masculino






Tempo Oficial: 01:04:21.93
Classificação Geral: 216/385
Classificação Faixa: 29/38
Classificação Sexo: 177/272
Ritmo: 07:09 min/km

Tempo Líquido: 00:55:33.93
Classificação Geral: 173/385
Classificação Faixa: 23/38
Classificação Sexo: 147/272
Ritmo: 06:10 min/km



terça-feira, agosto 02, 2011

Americas Cup & Americas Future - International Kung Fu Championship



Local
Colégio São Bento
Largo de São Bento - Centro
São Paulo/SP - Brasil

Data

30/10/2011

Abertura

09h30

Informações

55-11-2769 1916
infoamericacup@gmail.com

domingo, julho 24, 2011

10 Milhas SP - Puma - 24 /07/2011 - 16 km


Tai Ji Quan no evento.
1h35m15s



Nome: ROGÉRIO GULLINO
Número de Peito: 232
Sexo: M
Equipe: TAI JI QUAN
Tempo Final: 01:35:15.05
Categoria: INDIVIDUAL
Modalidade: INDIVIDUAL
Tempo Bruto 01:38:28.70
Tempo Controle 00:50:46.65
Classificação Total 1271
Classificação por Categoria 1265
Classificação por Sexo 1109
Pace Médio 00:09:31.50
Vel. Média (Milhas/Hora) 6.299




sexta-feira, julho 22, 2011

Alzheimer e Atividade Física

Pesquisadores americanos divulgaram a lista de sete medidas que poderiam evitar milhões de casos do mal de Alzheimer em todo o mundo.
Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.



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De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta destas medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.
Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.

Causas

As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida.
Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta.
Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.
Para conseguir esta resposta, os pesquisadores u saram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo.
Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.

Sete passos para evitar Alzheimer:


  1. Praticar mais atividade física

  2. Não fumar

  3. Ter uma dieta saudável

  4. Controlar a pressão arterial

  5. Evitar o diabetes

  6. Combater a depressão

  7. Aumentar o nível de educação

Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.
Educação
O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores,
é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).
Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença.
"Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares", disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.
"Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer d o tempo", acrescentou.
A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados.
Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma "suposição importante " e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva.


sábado, julho 16, 2011

Osteoporose, atividade física e Tai Chi Chuan

É um enfraquecimento ósseo pela diminuição progressiva da massa óssea, tornando os ossos porosos e facilmente fraturados, significa literalmente "ossos porosos". É uma doença em que a massa óssea é reabsorvida lentamente pelo corpo e o conteúdo mineral, principalmente o cálcio, é perdido, tornando os ossos frágeis e mais suscetíveis afraturas, principalmente na região do quadril, punho e vértebras, por isso é classificada como uma doená silenciosa, por não dar nenhum sinal visível nem sensorial de sua progressão.
Na população atual observa-se um aumento significativo deste tipo de doença crônica-degenerativa, devido ao sedentarismo, consumo intenso de álcool, cigarro e a má alimentação, agravando ainda mais as doenças hipocinéticas. Nota-se que em indivíduos ativos apresentam massa óssea mais densa, mostrando que um dos meios de evitar esta porosidade excessiva dos ossos é adotar um estilo de vida ativo, uma vez que o exercício físico é capaz de provocar adpatações no sistema ósseo como o aumento da calcificação, restabilizando o aparelho locomotor, melhorando a capacidade aeróbica dos idosos e reduzindo o risco de quedas ocasionadas por falta de força, flexibilidade e coordenação.
O tecido ósseo é um dos mais resistents e rígidos do corpo humano, tendo como principais funções proteção das vísceras, sustentação e mobilização junto com o sistema muscular, e depósito de íons como cálcio e fosfato, armazenando-os ou liberando-os de forma controlada visando manter uma constante concentração iônica nos líquidos corporais e sangue (calcemia). Especificamente, o cálcio é um dos íons mais importantes do sistema ósseo, é importante na contração muscular, transmissão do impulso nervoso, coagulação sangüínea e adesão muscular. Encontra-se sempre em transição entre o plasma e os ossos, a ingestão insuficiente ou em excesso ele é rapidamenete depositado nos ossos, entretanto no contrário, o cálcio é mobilizado, aumentando sua concentração no sangue.
O decréscimo da massa acentua-se a partir dos 40 anos, podendo resultar em perda de 35% da massa corticol e 50% da massa trabecular em mulheres nos dez primeiros anos após a menopausa, as fraturas representam um estágio avançado de osteoporose, só aparecendo em exames de raiox quando alcançam a faixa de 40% de perda da massa óssea.
Assim como os músculos, os ossos permanecem fortes com a prática de exercícios regulares. A manutenção da massa óssea, ou sua hipertrofia, parece estar relacionada não só com a contração muscular, mas também com a ação da gravidade e com o estresse mecânico a que o osso está submetido.
Exercícios de sustentação do peso do corpo, como caminhada, corrida e dança, foram os primeiros exercícios de terapia prescritos para reduzir a perda óssea associada a menopausa. Recentes pesquisas sugerem que exercícios de sobrecarga em locais específicos e com impacto promovem um estímulo mais efetivo, ou seja, o exercício não tem somente um efeito sistêmico, mas também um efeito local sobre o osso, visto que o tecido ósseo é sensível a demandas que agem sobre ele e responde prontamente a elas, fazendo com que cada modificação de um osso seja acompanhada por uma alteração específica na arquitetura interna.
Exercícios aeróbicos e localizados proporcionam uma diminuição respeitável no processo de osteoporose, ou até mesmo um acréscimo na densidade óssea, tornando a atividade física uma grande aliada na prevenção de doenças mesmo no período da 3ªidade, é importante ressaltar que a utilização de estrogênio, embora benéfica pode aumentar o risco de câncer de útero, de mama bem como de outros órgãos. Logo a prevenção deve ser um projeto ao longo da vida, no qual se comece estabelecendo hábitos e condutas saudáveis desde a infância.
A atividade física proporcionad além de prevenir a osteoporose, outros benefícios como prevenção de problemas cardiovasculares, combate a obesidade, promoção do bem estar físico, integração social do indivíduo com seu meio e redução do risco de quedas.

Fonte: Influência da atividade física no tratamento da osteoporose, Andrea Filipovith Simões

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