quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Osteoporose

Nosso organismo está programado para aumentar gradativamente a densidade dos ossos até os 30 anos, a partir daí a diminui lentamente. Se seu corpo não puder regular o conteúdo mineral, seus ossos tornam-se menos densos e mais frágeis, sendo a osteoporose o resultado desta equação. Sendo ela a doença metabólica mais frequente, e a fratura sua manifestação física.
Nossos ossos são preparados para suportar, proteger e movimentar toda a estrutura corporal que dispomos. Ao mesmo tempo em que são resistentes, podendo aguentar grandes cargas de peso, os ossos podem se transformar em estruturas frágeis ao longo dos anos.
Para ser um candidato não precisa muito, apenas exagere nas bebidas alcóolicas, fique longe nas frutas e verduras, longe dos laticínios, e sedentário. E se for mulher, então suas chances são ainda maiores.
Sendo atualmente um grave problema de saúde pública, uma das mais importantes doenças associadas ao envelhecimento (de cada 100 pacientes, 80 apresentam a doença na pós-menopausa), e a fratura de fêmur é, sem dúvida, a consequência mais dramática.

A osteoporose secundária, que acomete uma pequena parte das pessoas, é causada pelo uso excessivo de medicamentos como corticosteroides, barbitúricos, anticonvulsivantes e hormônio tereoidiano, e também insuficiência renal crônica e distúrbios hormonais (especialmente da tireóide, da paratireóide ou das adrenais).
O remodelamento ósseo é um processo contínuo de retirada do osso para o sangue e de formação de um novo osso, ocupando 20% a 30% do esqueleto a cada momento. Através disto o tecido ósseo substitui as células velhas por novas e o organismo pode dispor de elementos importantes que são armazenados nos ossos, como o cálcio.
No início de cada ciclo, os osteoblastos (células responsáveis pela reabsorção durante o remodelamento) escavam o osso, formando lacunas em sua superfície e cavidades em seu interior.
Após duas semanas, os osteoblastos, que em aproximadamente três meses preenchem a área absorvida com osso novo.
Após os 30 anos, a quantidade de osso reabsorvido e repsoto deixa de ser igual, resultando aperda de massa óssea. A perda relacionada a idade é reconhecida como osteoporose senil - sendo que as mulheres perderão cerca de 35% de osso corticol (como o fêmur) e metade de osso trabecular (vértebras), enquanto os homens perderão 2/3 desta quantidade.

www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u737996.shtml
As mulheres perdem mais, pois passam por um período transitório de perda rápida de osso (que pode se manter de 4 a 8 anos, com perda ósseo chegando a 2% ao ano), no qual a queda de estrógenos circulantes, que ocorre desde a pré-menopausa, desempenha um papel importante. A resposta à queda estrogênica é mais intensa, com grnade aceleração do remodelamento ósseo e perda de 5% a 10% de massa óssea ao ano em 40% das mulheres, o que configura a osteoporose da pós-menopausa.
A prevenção é mais eficaz do que o tratamento e envolve a manutenção ou o aumento da densidade óssea pelo consumo de quantidades adequadas de cálcio, incluir alimentos saudáveis e ricos em vitamina D, prática de exercícios, e para alguns indivíduos, o uso de medicamentos específicos.

Fonte: Revista ProTeste - Saúde 02/2011.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Mulheres com Idades Acima de 60 Anos Que Praticam Exercícios Reduzem o Consumo de Medicamentos

Levantamento da Secretaria de Saúde de São Paulo revela que as mulheres com idades acima de 60 anos que praticam exercícios reduzem o consumo de medicamentos. A análise do comportamento de 271 mulheres acima de 60 anos e que fazem pelo menos duas horas e trinta minutos de caminhada moderada por semana mostrou que elas têm a carga de consumo de medicamentos reduzida em até 34% em relação às mulheres que não mantêm o mesmo hábito.

Pelo método de análise adotado, as mulheres que caminharam pelo menos 150 minutos por semana em intensidade moderada, que é a preconizada pelo Programa Agita São Paulo, apresentaram um consumo de medicamentos 34% menor que aquelas que não atingiram os mesmos minutos gastos. As atividades práticas (aulas) oferecidas envolviam caminhadas e aulas de atividade fí sica com objetivo de melhora da força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica.

Este resultado até o momento é o primeiro a encontrar este tipo de relação com usuários do sistema público de saúde e pode auxiliar na elaboração de novas estratégias para aumentar o nível de atividade física deste tipo de população, com o objetivo de reduzir o gasto financeiro com a distribuição de medicamentos.

Esses dados são a base da Dissertação de Mestrado do Prof. Leonardo Silva, pesquisador do Celafiscs e aluno da UNIFESP.

Fonte: www.dgabc.com.br/News/5863278/idosa-ativa-consome-menos-medicamentos-diz-pesquisa.aspx

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Exercícios físicos podem melhorar memória de idosos

A prática regular de exercícios físicos moderados durante um ano pode aumentar o tamanho do hipocampo cerebral em adultos com mais de 55 anos, proporcionando um aumento da memória espacial, segundo um novo estudo.

O hipocampo é a área do cérebro responsável pela formação de todos os tipos de memória.

O estudo, conduzido por pesquisadores das universidades de Pittsburgh, Illinois, Rice e Ohio State, foi publicado na revista especializada "Proceedings of the National Academy of Sciences".

"Os resultados de nossa pesquisa são particularmente interessantes por sugerirem que mesmo modestas quantidades de exercício podem fazer com que adultos idosos sedentários registrem melhora substancial da memória e da saúde do cérebro", explica Art Kramer, diretor do Beckman Institute na Universidade de Illinois e principal autor do estudo.

"Estas melhorias têm implicações importantes para a saúde de nossos cidadãos e para o aumento da população idosa em todo o mundo", acrescenta.

Para seu projeto, os cientistas convocaram 120 idosos sedentários sem qualquer sinal de senilidade e divididos ao acaso em dois grupos. O primeiro começou a praticar um regime de exercícios leves, como caminhar 40 minutos por dia, três vezes por semana. O segundo manteve apenas atividades como alongamento e exercícios de tonificação muscular.

Os resultados mostram que o grupo que praticou a atividade aeróbica registrou um aumento do volume do hipocampo nos dois lados do cérebro (2,12% no esquerdo, 1,97% no direito).

As mesmas regiões do cérebro dos participantes que ficaram no grupo dos exercícios de alongamento sofreram um aumento de 1,4% e 1,43%, respectivamente.

"Estamos acostumados a achar que a atrofia que ocorre no hipocampo no fim da vida é praticamente inevitável", diz o autor. "Mas nós mostramos que mesmo exercícios moderados durante um ano podem aumentar o tamanho desta estrutura. O cérebro nesta fase permanece maleável".

Fonte: www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/868435-exercicios-fisicos-podem-melhorar-memoria-de-idosos.shtml

Governo americano divulga orientações para conter obesidade

Os americanos precisam reduzir o consumo de sal, comer menos e ingerir mais frutas e verduras, segundo as novas orientações de alimentação do governo dos EUA.

Outros conselhos são substituir bebidas com açúcar por água e preferir alimentos com grãos integrais.

Nos EUA, mais de um terço das crianças e dois terços dos adultos estão acima do peso.

"É importante ter orientações que nos ajudem a lidar com o problema da obesidade", afirmou Tom Vilsack, secretário da Agricultura.

"Essas novas recomendações de dieta dão informações para que as pessoas escolham alimentos mais saudáveis, nas porções certas e complementem essas escolhas com atividade física."

O anúncio feito ontem pelo governo contém 23 recomendações para o público em geral e seis para grupos específicos, como grávidas.

As orientações gerais incluem evitar porções "supersized" (extragrandes).

OUTRAS TENTATIVAS

A primeira-dama americana, Michelle Obama, tem liderado iniciativas para ajudar os estudantes do país a perder peso.

Fabricantes de alimentos e bebidas anunciaram, na semana passada, novos rótulos que deixam mais claros os conteúdos de calorias, gorduras, sódio e açúcares.

Mas críticos da medida dizem que os novos rótulos não ajudam a distinguir entre nutrientes "bons" e "ruins".

Fonte: www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/868929-governo-americano-divulga-orientacoes-para-conter-obesidade.shtml

Meditação muda estrutura do cérebro, diz estudo

De olhos fechados, em silêncio e, de preferência, sentados, os praticantes da meditação de atenção plena devem se concentrar em apenas uma coisa: a respiração.

A técnica é antiga, da tradição budista, mas começou a ser mais difundida depois de ter sido usada em um curso não religioso de redução de estresse, criado em 1979 por Jon Kabat-Zinn, professor da Escola Médica da Universidade de Massachussets.

Os benefícios da técnica, conhecida também como "mindfulness", já foram relatados em vários estudos.

A lista vai da melhora de sintomas de esclerose múltipla (como diz estudo publicado na "Neurology") à prevenção de novos episódios de depressão (demonstrada em artigo na "Archives of General Psychiatry").

Mas, agora, um estudo mostra, pela primeira vez, os efeitos provocados por essa meditação no cérebro.

A pesquisa, publicada hoje na "Psychiatry Research: Neuroimaging", foi feita pela Harvard Medical School, nos EUA, em conjunto com um instituto de neuroimagem da Alemanha e a Universidade de Massachussets.

E o mais importante: as mudanças ocorreram em apenas oito semanas de meditação em praticantes adultos iniciantes.

As conclusões foram feitas após comparações entre as ressonâncias magnéticas dos que praticaram a meditação e de um grupo-controle que não fez as aulas.

Outros estudos já haviam sugerido que a meditação causa mudanças no cérebro. Mas eles não excluíam a possibilidade de haver diferenças preexistentes entre os grupos de meditadores experientes e não meditadores.

Ou seja, não era possível afirmar se os efeitos eram causados pela prática.

MENOS ESTRESSE

Todos os 16 participantes da pesquisa, com idades de 25 a 55 anos, deveriam obedecer a um critério: não ter feito nenhuma aula de meditação "mindfulness" nos últimos seis meses ou mais de dez aulas em toda a vida.

Eles frequentaram oito encontros semanais, com duração de duas horas e meia.

Também foram instruídos a fazer 45 minutos de exercícios diários e a praticar os ensinamentos da meditação em atividades do dia a dia, como andar, comer e tomar banho.

Para avaliar as mudanças, todos os participantes e o grupo-controle fizeram ressonâncias magnéticas antes e depois do período de aulas.

Os exames iniciais não indicaram diferenças entre grupos, mas as ressonâncias feitas após o curso mostraram um aumento na concentração de massa cinzenta no hipocampo esquerdo naqueles que haviam meditado.

Análises do cérebro todo revelaram mais quatro aumentos de massa cinzenta: no córtex cingulado posterior, na junção temporo-parietal e mais dois no cerebelo.

BENEFÍCIOS

Britta Hölzel, pesquisadora da Harvard Medical School e uma das autoras do estudo, disse à Folha que isso pode significar uma melhora em regiões envolvidas com aprendizagem, memória, emoções e estresse.

O aumento da massa cinzenta no hipocampo é benéfico porque ali há uma maior concentração de neurônios, afirma Sonia Brucki, do departamento científico de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia.

"Antes, acreditava-se que a pessoa só perdia neurônios durante a vida. Agora, vemos que podem brotar em qualquer fase da vida, e determinadas atividades fazem a estrutura do cérebro mudar."

Isso significa que o cérebro adulto também é plástico, capaz de ser moldado.

No ano passado, um estudo dos mesmos pesquisadores já mostrava redução da massa cinzenta na amígdala cerebral, uma região relacionada à ansiedade e ao estresse, em pessoas que fizeram meditação por oito semanas.

Mas qualquer um que começar a meditar amanhã terá esses mesmos efeitos benéficos em algumas semanas?

"Provavelmente sim", diz a neurologista Sonia Brucki.

Ela ressalta, no entanto, que a idade média dos participantes da pesquisa é baixa e, por isso, não dá para afirmar com certeza que isso acontecerá com pessoas de todas as idades.

Agora, a pesquisadora Britta Hölzel quer entender como essas mudanças no cérebro estão relacionadas diretamente à melhora da vidas das pessoas.

"Essa é uma área nova, e pouco se sabe sobre o cérebro e os mecanismos psicológicos relacionados a ele. Mas os resultados até agora são animadores."

Fonte: www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/868050-meditacao-muda-estrutura-do-cerebro-diz-estudo.shtml

Terapia hormonal precoce dobra risco de câncer de mama

Mulheres que usaram hormônios antes ou no início da menopausa têm o dobro de risco de desenvolver câncer de mama em comparação àquelas que nunca usaram.

A conclusão é de um amplo estudo inglês, da Universidade de Oxford, com 1,13 milhão de mulheres entre 50 e 59 anos, que adotaram a TRH (terapia de reposição hormonal) combinada (estrógenos e progesterona).

Esse é mais um capítulo na polêmica novela da terapia hormonal. Em 2002, o estudo Women Health's Initiative mostrou que a TRH aumentava os riscos de câncer da mama, mas dizia que ele surgia após cinco anos de uso.

Em 2009, outro estudo reduziu o período de segurança para dois anos. Desde então, há médicos indicando a terapia mais cedo, até antes do início da menopausa.

Publicado no "The Journal of National Cancer Institute", o novo estudo inglês mostrou que entre as mulheres que nunca fizeram a terapia hormonal, a taxa de risco para o câncer foi de 0,3%.

O índice passou para 0,46% em mulheres que começaram a tomar os hormônios cinco ou mais anos após a menopausa começar. Já entre aquelas que adotaram a terapia antes ou até cinco anos após a menopausa, a taxa foi para 0,61%.

Segundo a autora principal do estudo, Valerie Beral Dame, professora de Oxford, o risco continuou aumentado em mulheres que tomaram a droga por menos de cinco anos. "A questão não é o intervalo de uso, mas o tipo de terapia hormonal que as mulheres usam." A terapia só com estrógeno demonstrou ter menos risco.

Para o ginecologista César Eduardo Fernandes, presidente da Sogesp (sociedade de ginecologia paulista), os benefícios da terapia hormonal ainda suplantam "folgadamente" os riscos.

Nos primeiros anos de menopausa, as mulheres sofrem uma aceleração do processo aterogênico, por conta da alteração do metabolismo das gorduras e dos açúcares, além de perda óssea.

"Os sintomas incidem nessa época. É quando as mulheres têm as ondas de calor, sono alterado, fadiga e irritabilidade. Essa é a época apropriada para entrar com a terapêutica hormonal", diz ele.

O ginecologista Renato Kalil concorda. "Não tem jeito. Se a massa óssea está despencando e a qualidade de vida está piorando por conta dos sintomas, tem que entrar com a terapia hormonal."

Fernandes reconhece, porém, que o trabalho inglês "joga uma mácula" sobre os benefícios da terapia hormonal no início da menopausa.

Edmundo Baracat, professor da USP, diz que o estudo é importante, mas que os resultados precisam ser confirmados por outros para que haja mudança de conduta.

LINHA DO TEMPO

Década de 1970
A terapia com estrógeno é associada ao aumento de risco de câncer do endométrio

Década de 1980
Surgem as terapias de reposição combinando estrógeno e progesterona, que não aumentam o risco de câncer do endométrio

Década de 1990
Boom da terapia hormonal; há a hipótese de que a reposição protegeria as mulheres de riscos cardiovasculares

2002
O primeiro grande estudo controlado sobre reposição hormonal é interrompido, porque foi observado aumento de casos de câncer de mama, tromboses e AVC nas mulheres que tomavam os hormônios

2006
Estudos observacionais sugerem que se a reposição for iniciada mais precocemente o risco cardiovascular diminui.

2009
A Sociedade Americana de Câncer reduz para dois anos o período de segurança para tratamento com hormônio. Após esse período, o risco de câncer de mama aumenta.

2011
Estudo britânico com mais de 1 milhão de mulheres na menopausa indica que quem inicia a terapia de reposição mais cedo tem risco mais alto de câncer de mama.

Fonte: www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/868866-terapia-hormonal-precoce-dobra-risco-de-cancer-de-mama.shtml

sábado, janeiro 22, 2011

Corrida... um vício... saudável

A teoria, que até algum tempo era apenas suposição, já foi confirmada por pesquisadores alemães da Universidade de Bonn. Eles conseguiram provar que a liberação de endorfina causada pela corrida age no cérebro diretamente no córtex pré-frontal e no sistema límbico, áreas ligadas às sensações de prazer. As drogas derivadas do ópio, como heroína, também agem nessas regiões – tanto que a endorfina é chamada de substância opioide.
Para conseguir os efeitos de euforia, o atleta tem de praticar o exercício de forma moderada a forte por pelo menos meia hora. Por isso, quem está começando a correr demora para senti-los. É considerado um exercício de esforço moderado aquele que mantém o praticante com sua frequência cardíaca máxima entre 70% e 80%. Se o exercício for feito durante uma hora, os níveis de endorfina sobem até dez vezes no sangue.
O “barato” dura mais de meia hora após a corrida. “Isso pode variar de indivíduo para indivíduo”, afirma o professor Cristoforo Scavone, coordenador da pósgraduação em farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. “No geral, a sensação agradável vem com corridas de longa duração.” Especialista nelas, o maratonista Franck Caldeira, que não competiu na 600K mas correu diversos trechos e para incentivar e motivar os demais atletas, diz estar acostumado à euforia. “Quem não sentiu não sabe o que está perdendo e quem sentiu não quer parar mais”, diz ele. A descarga de endorfina pode ser tão forte que as emoções se misturam.
Correr 1 hora com esforço moderado a forte = dez vezes mais endorfina = sensação de euforia.

Isso explica o ânimo dos malucos, ops, dos corredores da 600K. A prova durou três dias. As largadas eram de madrugada, entre 4 e 5h. Os postos de revezamento estavam localizados, em média, a cada 7 km. Era lá que os atletas passavam uma munhequeira com um chip para o colega de equipe que seria o próximo a correr. E assim seguiam até as três linhas de chegada: uma em Maresias (litoral norte de São Paulo), outra em Angra dos Reis (litoral sul do Rio de Janeiro) e a última em Ipanema. Efeitos assim já foram percebidos pela ciência em corredores. Há pesquisas que associam os sintomas a uma crise de abstinência: irritabilidade, ansiedade, depressão e sentimento de culpa.
Segundo Scavone, essas reações não podem ser comparadas seriamente a uma crise de abstinência real de droga. “Até é possível dizer que alguém acostumado a correr pode apresentar sintomas se ficar alguns dias sem. Isso pode ser gerado por ansiedade, manifestação da abstinência”, diz o especialista. “Mas, embora os mecanismos sejam os mesmos, as perdas são diferentes das de uma droga.” O vício, afinal, é do bem.
Fonte: http://vip.abril.com.br/corpo/esportes/correr-e-uma-droga

sábado, janeiro 15, 2011

Acne

Surgem geralmente por causa das alterações endócrinas ou do sistema simpático, distúrbios do fígado, intestino, problemas circulatórios, alterações hormonais ou ainda pela ação de bactérias. Podem ocorrer inflamações nas glândulas sebáceas e, em conseqüência, o aparecimento, no rosto e na parte superior do tórax, de espinhas com pus.
Seus primeiros sintomas são pequenos caroços vermelhos na testa, queixo e nariz, que, às vezes, ficam tão inchados que chegam a perder o aspecto original. A acne malcurada pode deixar cicatrizes feias. A medicina alopática alerta que não há cura para a acne e que o tratamento apenas controla as lesões. Deve-se evitar alimentos gordurosos e chocolate.
Suco a base de limão
Suco de 2 limões, dissolvidos em 1 copo de água com 10 gotas de óleo de oliva. Tomar duas vezes ao dia.
Fonte: 100 Sucos com Poderes Medicinais - Lelington Lobo Franco

sexta-feira, janeiro 07, 2011

domingo, janeiro 02, 2011

Vitamina C no emagrecimento

Segundo especialistas do Departamento de Nutrição da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos. Durante oito semanas, eles analisaram dois grupos de voluntários submetidos a uma hora de caminhada diária. Aqueles que apresentaram boa concentração de vitamina C no sangue tiveram emagrecimento mais significativo do que a outra turma, que desprezou solenemente o ácido ascórbico, o outro nome do nutriente – a queima de gordura foi 25% menor por quilo.
Tal feito, segundo a nutróloga Carol Johnston, autora da investigação, se deve à carnitina, uma molécula produzida pelo corpo e que tem justamente a função de combater o acúmulo de gordura, botando-a dentro das células para que seja utilizada na produção de energia. "Esse aminoácido, que participa da oxidação de ácidos gordurosos, é sintetizado pela vitamina C", explica. "O mérito dessa pesquisa está em explicar, pelo menos parcialmente, por que algumas pessoas têm maior dificuldade para emagrecer do que outras".
Ok, o estudo foi feito com suplementação. Ninguém deve fazer uso dela sem indicação de um especialista, mas nada impede que você turbine seu cardápio com a famosa azedinha. Ao contrário. Comece o dia com um suco de laranja no café da manhã, coma uma goiaba após o almoço e encha o prato de vegetais como brócolis e couve-de-bruxelas, temperados com cebolinha na hora do jantar. De quebra, você previne problemas de coração, lesões na gengiva, tumores e outros males do envelhecimento, além de ficar menos suscetível a infecções. Lembre-se, no entanto, de que a vitamina C é a mais frágil entre todas – exposta à luz e a altas temperaturas, parte de suas propriedades simplesmente se evapora.
Outras boas fontes desse poderoso antioxidante: limão, laranja, acerola, caju tomate e folhas verdes e a batata – sim, ela também conta com altos teores no nutriente. A questão é que boa parte se perde no cozimento. Por isso, os outros vegetais têm larga vantagem no quesito vitamina C. Aproveite!

Fonte: http://www.midiasport.com.br/artigosDetalhes.php?cd=246
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