domingo, agosto 16, 2009

Temos que acreditar...

Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipalde ensino.
O título recomendado pela professora foi: 'Dai pão a quemtem fome'.
Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina deapenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra denosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido depatriotismo.

Leiam o que escreveu essa jovem.. É uma demonstração purade amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.

REDAÇÃO DA MENINA
'Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar:
O que houve, meu Brasil brasileiro?Perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul,
respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo...
Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.
Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes.
O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias nopassado.
Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.
Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho,
tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novostiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.
Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.
Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado.
Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes?
Pensei mais... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?
Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo,
como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.'

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